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Carta à Berta

Carta à Berta é o local dos Desabafos de um Vagabundo, do Senhor da Bruma, essa bruma a que chamam de internet, de um Haragano, o Etéreo, qual cavalo selvagem que galopa entre cartas alegadamente, quiçá, sem fundamentos.

Carta à Berta é o local dos Desabafos de um Vagabundo, do Senhor da Bruma, essa bruma a que chamam de internet, de um Haragano, o Etéreo, qual cavalo selvagem que galopa entre cartas alegadamente, quiçá, sem fundamentos.

Carta à Berta: Pelos Caminhos de Campo de Ourique -II/II

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Olá Berta,

Continuando e concluindo hoje a minha abordagem sobre o Bairro de Campo de Ourique, em especial recordo-te mais alguns nomes que fazem parte do nosso coletivo nacional, mas também deste pequeno coletivo bairrista em especial.

Este é o bairro onde morou Artur Varatojo, Bento de Jesus Caraça e até Almeida Garrett, na casa depois transformada pelo ex-ministro Manuel Pinho e já, entretanto vendida, tem sido a escolha de quem gosta de viver na aldeia no centro de Lisboa. Que o diga Carlos Mendes, que continuamos a ver na TVI, na rúbrica «Autores,» e que não dispensa uma passagem regular pela pastelaria «Az de Comer».

Contudo, não podemos esquecer outros que por cá viveram ou que ainda vivem, desde a diva do Fado, Amália Rodrigues, por mais de cinquenta anos, como Fernanda Lapa, falecida em agosto último, e a irmã, São José Lapa, Luís de Sttau Monteiro, Rão Kyao, o ator João D’ Ávila e até o Maestro Jorge Costa Pinto, que inclusivamente nasceu em Campo de Ourique.

A diversidade é imensa e, para não ser exaustivo, lembro um (mas há mais, muitos mais) Campeão Europeu de Futebol, Ricardo Quaresma que aos sete anos de idade jogava no Desportivo Domingos Sávio de Campo de Ourique, tendo depois, já com dez, onze anos, praticado hóquei em patins no Clube Atlético de Campo de Ourique, mais conhecido por «CACO».

Espero que tenhas ficado a conhecer um pouco mais deste bairro, minha querida amiga, onde viveu, durante muitos anos, o autor do livro “Cuidar dos Vivos” e que todos conhecemos pelo nome de Fernando Assis Pacheco, a quem a autarquia presenteou (faz tempo) com a devida toponímia. Por hoje é tudo. Recebe o meu adeus, e o até à próxima carta, com um beijo,

Gil Saraiva

 

 

 

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